Os meteoritos classificam-se em três grandes grupos conforme a quantidade de ferro e níquel metálicos existentes em sua massa.
Pedra: semelhantes às rochas terrestres, os meteoritos de pedra são formados por silicatos: olivina, piroxênio, plagioclásio e vidro. Possuem variável quantidade de ferro-níquel sob a forma de espeques embutidos numa matriz de silicatos. Nessa categoria destacam-se duas classificações:
Condrítico - rocha formada por côndrulos, isto é, esferas milimétricas de silicatos. Seu conteúdo de ferro-níquel varia de 1 a 30%. Conforme a quantidade de ferro-níquel esses meteoritos são subclassificados em tipos H (alto contéudo) e L (baixo conteúdo) de partículas metálicas. Os condríticos representam cerca de 85% do total de meteoritos catalogados.
Acondrítico - rocha que não possue côndrulos e cujo conteúdo de ferro-níquel geralmente é menor que 1%. Sua subclassificação compreende 5 denominações, de acordo com a substância mais abundante em sua composição química: aubrite-enstatite, diogenite, eucrite-basalto, howardite, ureilite.
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Ferro: meteoritos desse tipo são massas de ferro-níquel com incrustações de fosfatos e sulfetos. Internamente são sólidos e cor de aço. Sua origem mais provável são grandes corpos celestes que sofreram violentos impactos e cujas estruturas foram rompidas expondo seus núcleos metálicos. A subclassificação dos meteoritos de ferro é feita conforme seu conteúdo de níquel, resultando em três grandes grupos:
hexahedritos que contêm baixo teor de níquel -- menos de 6%
octahedritos que apresentam conteúdo médio desse metal, entre 6 e 13%
ataxitos cujo teor de níquel excede 13% de seu peso.
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Misto: essa classificação compreende meteoritos formados por uma matriz de ferro-níquel com fragmentos de olivina e/ou piroxenio (rochas) incrustados. Esses meteoritos são subclassificados em palasitos, mesossideritos, lodranitos e siderófiros.
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