Crateras meteoríticas

São depressões na superfície da terra ou no fundo dos oceanos, geralmente de formato circular e paredes íngremes, escavadas pelo impacto de um meteorito ou cometa. Veja a distribuição das crateras conhecidas.

 

 

Principais características de quatro crateras selecionadas,

 inclusive duas em território brasileiro

Chicxulub  Península de Yucatan, Golfo do México. Formada há 65 milhões de anos. Talvez esse impacto tenha sido a causa da extinção dos dinossauros e outros seres vivos. Aproximadamente 50% das espécies vivas foram extintas em consequência do impacto desse meteorito.

Barringer Arizona, Estados Unidos. Um meteorito de ferro e níquel cavou essa cratera há cerca de 50.000 anos. Fragmentos do corpo metálico original são encontrados nos museus e coleções particulares, sendo conhecidos pelo nome popular de  meteorito Canyon Diablo. A cratera tem 1.200 metros de diâmetro e 180 de profundidade. Está aberta a visitação pública.

Wolfe Creek Austrália. Uma das crateras mais preservadas do mundo. For formada a cerca de 300 mil anos por um meteorito de ferro-níquel. Profundidade: 50 metros. Diâmetro: 875 metros.

Serra da Cangalha Tocantins, Brasil. Cratera muito antiga, com aproximadamente 300 milhões de anos de idade. Ainda não foram encontrados fragmentos de meteorito nas vizinhanças. Existem "shatter cones".  Seu diâmetro é de 12 km.

Araguainha Goiás, Brasil. Essa cratera possui um domo central como as depressões lunares. Seu diâmetro é de 40 km e foi formada há 247 milhões de anos. Não se encontrou até o momento fragmentos de meteoritos.